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Em declarações ao Setúbal Na Rede, o vereador Rui Higino garantiu que a água das praias do Concelho de Setúbal apresentam níveis de qualidade. Não esclareceu, talvez por não ser conveniente, o Sr. Vereador que entidade fez a recolha e análise da água. E também não explicou porque razão as praias de Setúbal e Azeitão continuam a não ter bandeira azul. O que mais me estranha no meio disto tudo é o silêncio do Partido “Os Verdes” e das Associações Ambientalistas.

A Fé na Selecção Nacional de Futebol é exagerada!
Não vale a pena estarmos aqui com análises sociologicas e afins para tentar compreender esta situação. É um dado adquirido e a Cidade de Setúbal não passou ilesa a esta Fé (e febre). O expoente máximo terá sido talvez o São Julião em Festa. Os responsáveis máximos por esta iniciativa acharam, mesmo antes da Selecção Nacional ter dado um chuto na bola, que a chegada à final e consequente vitória dos pupilos de Scolari era um dado certo. E resolveram, do alto da sua imensa sabedoria, que o povoleu gostaria de celebrar este feito ímpar na história nacional (esqueçam lá a Batalha de S. Mamede, Batalha de Aljubarrota, os Descobrimentos) com Caracóis à borla. A Fé não moveu a Montanha. E a Montanha por seu turno pariu um rato (gosto muito desta vox populis). Ou seja, Portugal não chegou á final, mas São Julião em Festa teve os seus Caracóis à borla, porque afinal de contas a Espanha venceu o Euro e bem vistas as coisas, ficou na Ibéria. Como o tuga se adapta rapidamente ás circunstâncias veio logo à praça dizer que foi uma vitória da Ibéria e que até somos todos irmãos e Ibéricos  (Acho que por esta altura Antero de Quental deve ter dado umas valentes voltas na tumba, e não fosse o facto de já estar morto aposto que se suicidava novamente). Mas pronto, o povo é assim! E festa é festa! E que venham mais caracóis à borla, e já agora umas minis também que isto de ter só metade do repasto à conta da Junta de Freguesia não tem.

José Sócrates este em Setúbal, juntamente com o Ministro Vieira da Silva a apresentar o novo código laboral. Depois de uma intervenção de Vieira da Silva, José Sócrates especificou algumas medidas já anunciadas pelo ministro e lançou sérias críticas à oposição ao tratado, fundamentalmente ao controlo que o PCP exerce sobre a CGTP, relembrando que ainda antes das propostas serem conhecidas já a CGTP andava a rua a manifestar-se contra aquilo que não conhecia.

Depois de uma exposição mais ou menos bem conseguida passou-se a um período de perguntas… a desgraça das desgraças.

A generalidade dos que se inscreveram para lançar questões ao Primeiro Ministro e a Vieira da Silva conseguiram provar que fazer perguntas é uma coisa complicada. Somente à terceira uma pergunta saiu, à quarta voltou-se a questionar o óbvio e a quinta voltou-se à complicada exposição mastigada que termina sem nada se dizer ou questionar… Nessa altura abandonei a sala.

Depois do que ouvi gostaria, em nome do bom funcionamento das medidas, que o Governo promovesse 2 medidas:

  1. Aumento da Fiscalização por parte da IGT e ACT, segurança social e IGF. De forma a garantir que a lei não será mais uma vez utilizada com má fé e ludibriada, como acontece hoje, onde grande parte dos empregadores não a cumprem, enganando tudo e todos. (continua a achar que acima dos códigos, em Portugal o maior problema é o chico espertismo)
  2. Promoção do Estado e das instituições públicas enquanto modelo de boas práticas.

Link para a notícia na RTP

    Por estes dias há alguns anos atrás a garotada de Setúbal vivia dias frenéticos. Era o tempo da praia. Pelas escolas íamos à Figueirinha ou a Galápos. Fazíamos um banzé desgraçado de deixar qualquer motorista doido sobretudo com a celebérrima música: Senhor chôfér ponha o pé no acelerador …. Mas, o momento mais importante, o auge do pino do Verão, eram as viagens de barco para a Tróia. Aí havia duas hipóteses: os famigerados Convencionais em que lá íamos nós sentados em bancos de pau com uma cara de tédio por não puder espreitar o mar; ou os gloriosos Ferry-boats, muito mais rápidos (a diferença não devia ser muito grande, mas nós achávamos que sim), com vários andares que permitiam que a nossa imaginação voasse sem limites, com a possibilidade de sentir o vento no rosto, cheirar o doce sabor do mar salgado, contar as alforrecas ou esperar ansiosamente pela visita mesmo ali ao lado dos golfinhos do Sado (roazes corvineiros). Não havia nada mau nos ferry-boats. Tudo era bom, afinal era o paraíso. Éramos reis, príncipes, marinheiros, piratas, tom-sawyers, willy fogs e sandokans. E tudo por um preço acessível à bolsa da grande maioria dos setubalenses. Hoje, os velhinhos Expresso, Rápido, Mira-Praia, e restante família vão ser substituídos por ferry-boats vindos da Noruega. Provavelmente mais seguros, mais confortáveis, mas ao mesmo tempo mais caros e com tantas limitações nas bolsas dos setubalenses é provável que muita garotada viva de costas voltas para o Sado. Para mim, e para uma geração que viveu dias maravilhosos dentro dos ferry-boats vai ser uma despedida dolorosa, quando deixarmos de ver os velhos serem substituidos pelos novos, é um pedaço de nós que vai desaparecer.

    Mais informação sobre os novos ferry-boats aqui.

    Leia e Espante-se!

    Notícia do Jornal Público

    Em Setúbal

    Convento de Brancanes avaliado por Defesa em 1,5 milhões a mais que valor da venda 
    11.06.2008 - 10h46 José António Cerejo
    O Convento de Brancanes (Setúbal) foi avaliado há 11 anos pelo Ministério da Defesa em 4,9 milhões de euros - mais 44 por cento do que os 3,4 milhões que uma imobiliária liderada pelo advogado António Lamego por ele pagou ao Estado em Novembro.

    A avaliação feita em 1997 não tinha em conta a eventualidade de ali virem a ser erguidas novas construções, enquanto as duas avaliações feitas em 2006 (e que apontam para valores próximos daquele pelo qual a propriedade foi vendida) pressupunham a construção de um hotel de cinco estrelas e mais 33 moradias ou, em alternativa, 48 moradias e apartamentos.

    O Ministério das Finanças recusa-se a identificar os responsáveis pelas últimas avaliações.

    Cedido pelo Ministério da Defesa ao da Justiça em 1998, mediante o pagamento de quatro milhões de euros, o antigo convento passou a servir de prisão. O estabelecimento prisional foi extinto em 2007, e o imóvel foi entregue à Estamo, imobiliária do Estado, que de imediato o pôs à venda.

    O valor de 3,4 milhões de euros pelo qual esta empresa tutelada pelo Ministério das Finanças o vendeu à Diraniproject III - empresa cujo capital estava quase integralmente nas mãos de António Lamego, antigo sócio do actual ministro da Justiça, Alberto Costa - ficou 600 mil euros abaixo daquele que o Ministério da Justiça tinha pago por ele nove anos antes.

    Quando o PÚBLICO divulgou, a 10 de Janeiro, a notícia desta desvalorização do convento e dos mais de 46.000 m2 de terreno que o rodeiam à entrada de Setúbal, os ministérios das Finanças e da Justiça divulgaram um comunicado conjunto onde sustentavam que o valor pago pela Justiça corresponde a “uma operação estritamente orçamental e interna à administração pública”, valor que “não é comparável” à venda agora efectuada pelo Estado com base “em valores de mercado previamente validados mediante avaliações promovidas para o efeito”.

    O processo de reafectação do imóvel ao Ministério da Justiça mostra, porém, que o montante daquela “operação estritamente orçamental” foi objecto de intenso regateio entre os dois ministérios e que assenta numa avaliação que atribuiu ao convento um valor de 4,9 milhões de euros.

    Subscrita em Março de 1997 por um tenente-coronel de engenharia da Direcção-Geral de Infra-Estruturas do Ministério da Defesa, a avaliação em causa limitou-se aos terrenos e às construções existentes, não considerando a hipótese, que o actual Plano Director Municipal (PDM) exclui, de vir a ser possível urbanizá-los \u2013 circunstância em que o seu valor seria muito superior.

    Face ao montante proposto, o Ministério da Justiça pediu uma reapreciação do assunto, acedendo a Defesa a baixar o valor a pagar para quatro milhões de euros. O então ministro da Justiça, Vera Jardim, ainda insistiu numa segunda redução, para 3,5 milhões de euros, mas a Defesa não cedeu.

    No Verão de 2006, quase um ano antes de se tornar dona do convento, a Estamo pediu duas avaliações da propriedade, na perspectiva de a vender a privados, como era intenção do Ministério das Finanças. Efectuadas por entidades que a empresa e a tutela se recusam a revelar, alegando “segredo comercial”, as duas avaliações apontam, respectivamente, para 3,2 e 3,3 milhões de euros, ligeiramente menos que os 3,4 pagos no ano seguinte pela Diraniproject III.

    Uma destas últimas avaliações, contudo, parte do princípio de que será possível transformar o convento setecentista num condomínio com 21 apartamentos, construindo-se de raiz mais 48 moradias. Já a outra aponta para transformação do convento num hotel de cinco estrelas e para a construção de mais 33 moradias, com uma área construída total de 9100 m2.

    Na posse destas duas avaliações, a Estamo subiu a fasquia. Em Maio de 2007, pediu à Câmara de Setúbal que incluísse na revisão do PDM, actualmente em curso, a possibilidade de transformar o convento num hotel ou numa unidade de saúde e de erguer 14.500 m2 de novas construções.

    Estamo quer contruir mais

    A ser aceite esta proposta, a propriedade ficará fortemente valorizada em relação às duas avaliações que validaram a sua venda, uma vez que permitirá construir mais 60 por cento do que aquilo que elas admitiram. A informação depois disponibilizada aos potenciais interessados na compra não contemplou o pedido feito à Câmara de Setúbal. De acordo com a documentação cuja consulta a empresa facultou ao PÚBLICO na semana passada, houve dez propostas de aquisição, mas só sete satisfaziam os requisitos do anúncio de venda.

    Do processo consta uma acta da Comissão de Abertura e Análise de Propostas, com a lista dos concorrentes e preços propostos, mas não há lá qualquer relatório de avaliação ou proposta de adjudicação. Além dos nomes das entidades avaliadoras, a administração da Estamo apagou dos documentos disponibilizados todas as referências que pudessem identificar os concorrentes.

    Um ano depois da vinda do Presidente da República a Setúbal para as comemorações do 10 de Junho nada mudou na cidade. Há um ano fizeram-se uns remendos que hoje ainda se mantém mais por fraca acção do tempo do que por acção da edilidade. Um ano volvido, resta aos setubalenses a memória, nada mais ficou para contar a história.

    Há festa no parque

    Dia 14 de Junho, no Parque do Bonfim, vamos ter actividades de animação, com música, ateliers, exposições, teatro, feira do livro e desporto. Esta actividade é organizado pela Câmara Municipal de Setúbal.

    30 de Maio de 2008, 11:40 - Agência Lusa in Sapo

    Lisboa, 30 Mai (Lusa) - A Câmara Municipal de Setúbal aprovou quinta-feira a comissão instaladora do futuro Parque de Ciência e Tecnologia da cidade, que envolve ainda empresários e duas instituições de ensino superior.

    O parque, que deverá situar-se em Mitrena, utiliza esforços da autarquia, do Pólo de Setúbal da Universidade Moderna, do Instituto Politécnico de Setúbal e da Associação de empresários da região.

    “A ideia é criar um ‘cluster’ académico de excelência de tecnologia, que permita aproveitar todas as mais valias empresariais daquela região, que a nível tecnológico é das mais avançadas do país”, considerou à Agência Lusa fonte da Dinensino, a cooperativa que gere a Universidade Moderna.

    “Além disso, apostamos na dinamização de toda aquela zona, tendo em conta a localização do futuro aeroporto em Alcochete e das hipóteses para o traçado do TGV”, disse a mesma fonte, considerando que na região se situam empresas como a Autoeuropa, entre outras vocacionadas para a indústria automóvel e naval.

    A autarquia, que preside à comissão instaladora do Parque, confirmou numa breve nota a aprovação da “celebração do protocolo de constituição da Comissão Instaladora do Parque de Ciência e Tecnologia de Setúbal”, a estabelecer entre Câmara Municipal, a Associação dos Centros de Estudos da Universidade Moderna, o Instituto Politécnico de Setúbal e Associação Empresarial de Setúbal.

    “O futuro parque tem como objectivos o desenvolvimento científico e tecnológico, a criação e incubação de empresas a instalar e que o constituirão e a diversificação da formação tecnológica e organizacional”, acrescenta a autarquia.

    Segundo a Dinensino, o projecto do futuro Parque deverá ser entregue ao ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago.

    “Este Parque é uma das componentes de um projecto de viabilidade económica da Universidade Moderna para os próximos dez anos, entregue na passada semana à Inspecção-geral do Ensino Superior”, realçou a Dinensino.

    Mariano Gago abriu em Agosto de 2007 um processo de averiguações ao funcionamento da Universidade Moderna de Lisboa e às autorizações de funcionamento de cursos nos pólos que a Dinensino detém em Beja e Setúbal depois de ‘informações’ acerca da degradação da situação financeira desta cooperativa e de perturbações no funcionamento institucional e escolar.

    As averiguações da Inspecção-Geral do Ensino Superior continuam a decorrer, tendo fonte do ministério afirmado recentemente estar à espera de dados a facultar pela Dinensino para chegar a uma solução sobre o futuro da Instituição, que deverá ser tomada até ao final deste mês.

    RCS/GR.

    Lusa/Fim

    Festa das Tasquinhas.

    Tasquinhas - s.f. lugar onde se pode comer petiscos e refeições.

    Começo assim esta mensagem porque parece-me a mim que a organização da Festa das Tasquinhas que se encontra a decorrer no Largo José Afonso (também conhecido por Parque das Escolas), ter-se esquecido de por lá tasquinhas. A verdade é que está lá uma tasquinha e um local onde se vende Pão com Chouriço em forno de lenha. A restante paisagem é povoada com pavilhões de mil e uma coisas menos de restauração. Deixo aqui uma sugestão: mudem o nome do evento para a Mini-Feira-de-Santiago-Fora-de-Época ou Saudosismo-de-como-era-a-Feira-de-Santiago-Quando-Ocupava-Este-Espaço. Qualquer um deste nomes é melhor do que o actual. Tenho dito!

    Dia 31 de Maio realiza-se no Cinema Charlot pelas 15h a iniciativa “Setúbal Novos Horizontes” onde se procura discutir novas estratégias para o concelho.

    Esta iniciativa é organizada pelo PS Setúbal mas é aberto a todos.

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